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Mostrando postagens de janeiro, 2018

QUANDO O AMOR VIER... Eugênio Bp

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Quando o amor vier Espero que me ache em casa; ainda que chegue de surpresa; Se assim ele quiser. Me grite se eu não o vir, Com sinais  me alerte Ou, docemente me desperte Se eu estiver a dormir Que cure os meus pesares E luzes no infinito brilhem Pelas as nuvens desfilem Aves coloridas em pares Que seja tudo, tudo  aquilo  que o coração almeja, Que o sensível poeta deseja; Simples sensação, sem "grilo" Que venha  por inteiro E me liberte de todo medo E traga consigo todo segredo Do amor verdadeiro Que menino seja eu Sem pensar na maldade, do tempo de infelicidade, da paixão que me endureceu. Quando o amor vier Que o acompanhe a esperança Como o olhar de uma criança... Nos braços da mais linda mulher

PELE E COURO/Eugênio Bp

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A gente não age A fé não reage O medo aproveita a brecha. A visão fica turva O passos vacilam Os pensamentos oscilam O coração triste se fecha A duvida cruel assalta O vale, a sombra, a morte A navalha, o fio, o corte a alma, o lamento, o choro Coisas da mais escura noite Que vêm e assombram a mente Nossa humanidade ressente Somos assim; carne e couro... Mas tudo dura um instante Logo vem de novo o amanhecer A vida traz um lindo florescer e secam-se as lágrimas, enfim; A fé sobrevive, o coração canta O deserto é deixado para traz Brota nos labios a canção de paz Que diz:  Deus sempre cuida de mim!

LONGA PENITÊNCIA - Eugênio Abatte

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Busco o equilíbrio nesta corda bamba Chamada vida. Em guerra cruel, vítima do coração e da razão. Querendo distinguir realidade que tanto desejo,  da que  é por mim vivida. Meu lugar, meu distante ensejo,  Vive na fronteira do meu sim e do meu não. Que venha a sabedoria e quando vier, Me induza a não trocar  um pelo outro. Que a felicidade,nesse tempo e se puder; Venha ao meu encontro. Que me ache n esta estrada  chamada persistência Entre a duvida e a incerteza Trazendo a luz, a maior clareza Que dirigirá meus pés, após esta longa e  imposta penitencia.

A LEMBRANÇA - Eugênio Abatte

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                                                              Nem eu, nem você éramos para estar ali. Eu de longe, você com tantos por perto. Por instantes em teus olhos me perdi Como na escuridão do mar; rumo incerto... Um leve e sutil sorriso consegui  notar; Em teus  lábios com um leve batom. Achei-me sorrindo, você a me olhar. Entre nós, nada, ninguém; nenhum som A paixão ali de repente exposta Então a entrega, o curvar-se, a aposta O amor vindo como de um conto. Foram lindos aqueles momentos Intensa entrega e mil sentimentos; Não falo com dor, nem desaponto. É menina, eu te amei assim; acredite. Desse jeito, em doce loucura. Amei com um amor fora do limite Sem juízo, sem remédio, daí, sem cura. Amei sem defesa, sem saída, sem mais! Sem nada esperar; por isso a rendiç...